23 de outubro de 2018

Outubro Rosa: o que esperar da gestão de João no combate ao câncer da mulher na Paraíba

Estimativa é que 57,41 para cada 100 mil mulheres da PB terão a doença este ano.

 

Angélica Nunes

João Azevêdo, governador eleito. Foto: Divulgação

A Campanha do Outubro Rosa, desenvolvida todos os anos para conscientização do câncer de mama, especialmente nas mulheres, trás à tona a necessidade de políticas públicas que atuem no combate à proliferação do mal. segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a Paraíba tem uma taxa estimada de 57,41 casos de neoplasia maligna da mama feminina para cada 100 mil mulheres, para este ano. Diante dos números, o que esperar do atendimento que será prestado pelo governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB)?

No programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e disponível no DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral, João Azevêdo destaca os avanços da gestão socialista desde 2011, ano em que o governador Ricardo Coutinho (PSB) assumiu o governo e assegurar dar continuidade a avanços como, por exemplo, a descentralização do atendimento hospitalar e clínico.

Ainda no período eleitoral, ao iniciar o mês de outubro, dedicado a alertar para o risco do câncer de mama, João Azevedo, ladeado pela vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), destacou os avanços da gestão socialista para a área da saúde da mulher.

“Há 10 anos, o Outubro Rosa nos alerta para a prevenção e luta contra o câncer de mama. Nós sabemos bem a importância de políticas públicas para mulheres. Na velha Paraíba, elas nem existiam. Na nova Paraíba, a saúde das mulheres é tratada com seriedade, com obras como o Hospital do Bem, em Patos, que realiza exames e tratamentos oncológicos. É pela vida de todas, paraibanas e brasileiras, que precisamos seguir construindo, avançando e lutando”, postou em sua página oficial de campanha, no Facebook.

Tecnologia

Além da proposta de descentralizar o atendimento, uma das propostas do governador eleito é potencializar os usos das tecnologias aplicadas à saúde, como os de telemedicina, diagnósticos remotos, modelagem 3D para cirurgias, prontuários eletrônicos. Caso seja cumprida a meta do programa, poderá avanços na investigação da doença.

Em outro ponto do programa, João sugere estimulação da criação de Programas de Mestrado Profissional em Saúde da Família e de Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva, voltados para os profissionais de saúde dos serviços estaduais, em cooperação com as Instituições de Ensino Superior do estado.

Também poderia contribuir com o combate ao câncer da mulher, por consequência, também a proposta de integrar as redes de atenção à saúde, sobretudo as prioritárias: Redes de Atenção Materno-infantil, de Atenção às Urgências e Emergências, de Atenção Psicossocial, de Cuidado à Pessoa Com Deficiência e a de Atenção às Doenças Crônicas.